Religious liberty 'fundamental' to human dignity, bishops affirm

Archbishop William Lori of Baltimore, who is also the US bishops' religious liberty committee chair, speaks at a news conference in Baltimore, Nov. 11, 2013. Credit: Addie Mena/CNA.Baltimore, Md., Jul 22, 2014 - In a recent interview with CNA, Archbishop William Lori of Baltimore reaffirmed religious liberty as a priority for the U.S. bishops, emphasizing its relation to personal dignity and evangelization.
“Let me just say that religious liberty is so fundamental to the dignity of the human person,” Archbishop Lori stated, continuing that “anyone who is an impartial observer of the culture would say that in recent times, the challenges to religious liberty have accelerated.

Because of these situation, the archbishop said that the American bishops have dedicated themselves to upholding religious freedom, and will continue to discuss the “multifaceted challenges” faced by the Church.

Archbishop Lori noted that the right to religious liberty “is very much related to truth,” and “does not just depend on (the content of one's) belief.”

“God gave us the gift of religious liberty so that we could sincerely seek the truth, and embrace it once we have found it.”

He added that “to attenuate religious liberty is to attenuate the search for truth. So that is the fundamental level at which we are committed to religious liberty.”

Archbishop Lori also discussed the “linguistic and philosophical gulfs between the teaching of the Church, and the culture,” because “there are those who think religious liberty is really a guise for some right to discriminate, that the Church or others are seeking. So, we have to break those things down, in our catechesis and our evangelization.”

The vast differences in philosophical outlook and in use of language, between the Church and the mainstream culture, are important for Church leaders to take into account, he said.

“For those who preach and teach, it's important that we break down the language that we use into terms that are, in fact, preachable and teachable.”

Archbishop Lori reflected on the U.S. bishops' decision last month to renew for another three years its ad hoc committee, which he chairs, on religious liberty.

“I'm happy that they reaffirmed religious liberty as a priority for the work of the conference.”

This committee deals with affronts to religious liberty coming from such things as international persecution of minority religions; the re-definition of marriage; and challenges to religious practice and speech on university campuses.

“In setting up the ad hoc committee, the conference heard from bishops all around the country who have faced these kinds of challenges at the very local level, and now we're seeing them at the federal level.”

Echoing the Baltimore prelate's sentiments, Archbishop Joseph Kurtz of Louisville said to CNA that he had heard from bishops that “not only has this been worthwhile on a national level in helping us to craft approaches to public policy, but it’s been helpful to people in our parishes, and to bishops in their dioceses.”

Archbishop Kurtz also reflected how the ad hoc nature of the committee means precisely that the U.S. bishops will have to continue discussing the committee's ambit: “we’re not where we were three years ago, so are there new things that need to be done in composition, as well as the scope.”

“I heard Archbishop Lori say they are already anticipating, the existing committee is already recommending things, and they probably see the horizon better than any of us. And so I am sure we will be focused very much on the horizon, and the observations that the present committee has, as we move forward.”

Archbishop Lori concluded that the bishops' affirmation of the religious liberty committee indicates the episcopate continues to experience challenges to the exercise of religious freedom, “and that this is not at all a narrow focus.”

“This is a very fundamental focus on the life and dignity of the human person, and the ability of the Church to contribute to the common good.”

Notícia-Post.
Catholic News Agency-(CNA/EWTN News).
http://www.catholicnewsagency.com/news/religious-liberty-fundamental-to-human-dignity-bishops-affirm-88611/#.U8-HSxt2gr0.blogger

Vaticano prepara 3º Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades

Cidade do Vaticano, 22 Jul. 2014 - À luz da exortação apostólica do papa Francisco, “Evangelli Gaudium”, o Pontifício Conselho para os Leigos realizará, de 20 a 22 de novembro, o 3º Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais e das Novas Comunidades, com o tema “A alegria do Evangelho, uma alegria missionária”.

O evento ocorrerá no Colégio Internacional María Mater Ecclesiae de Roma, Itália, e contará com participação dos delegados das associações internacionais aprovadas e as que se encontram em constante diálogo com o dicastério.

Também estarão presentes no Congresso bispos de diversas dioceses e de organismos da cúria romana. Já se inscreveram no evento mais de cinquenta fundadores e responsáveis gerais de diferentes comunidades em todo o mundo.

O Congresso buscará tornar mais evidente a adesão dos movimentos eclesiais e novas comunidades ao convite insistente do papa Francisco de entrar na “dinâmica da saída missionária”.

Para o secretário geral do Pontifício Conselho para os Leigos, dom Josep Clemens, o congresso “quer ser uma resposta clara e decidida dos movimentos eclesiais e das novas comunidades sobre a contribuição para um despertar missionário em toda a Igreja”.

As edições de 1998 e 2006 coincidiram, lógica e cronologicamente, com os pontificados de João Paulo II e Bento XVI, e refletiram temas urgentes e emergentes dentro da identidade e missão das associações de fieis na Igreja e no mundo.

Informações: http://www.laici.va

Notícia-Post.
CNBB
http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/internacional/14615-vaticano-prepara-3-congresso-mundial-dos-movimentos-eclesiais-e-das-novas-comunidades

O que está acontecendo em Gaza é um massacre, denuncia Patriarca Emérito de Jerusalém

ROMA, 22 Jul. 2014 - O Patriarca Emérito de Jerusalém dos Latinos, Sua Beatitude Michel Sabbah, denunciou que o que está acontecendo na Faixa de Gaza não é uma guerra, é um massacre que só está gerando mais ódio entre israelenses e palestinos, pois já provocou mais de 600 mortos, além da destruição de moradias, mesquitas e inclusive centros de saúde.
“O que está acontecendo em Gaza não é uma guerra, é um massacre. Um massacre inútil, que não fará com que Israel avance nenhum passo em direção à paz e à segurança. Pelo contrário, com todos estes sacrifícios humanos, os corações dos israelenses e dos palestinos se enchem de ódio”, declarou o Patriarca à agência Fides.

“Os meios para alcançar a paz só podem ser meios pacíficos. Há sessenta anos, estamos vendo que as guerras, as armas, os massacres são incapazes de conseguir qualquer tipo de paz”, acrescentou.

O Patriarca afirmou que “a única maneira de sair da espiral da violência e da destruição é abordar a questão de fundo, que é a ocupação israelense dos territórios palestinos. Haverá paz e segurança só quando Israel reconhecer a liberdade e a soberania do Estado palestino”.

“Mas talvez seja por isso que temos que esperar uma nova geração de líderes israelenses. Os líderes atuais acreditam somente na força militar. Têm armas sofisticadas para matar, mas não têm a força para fazer a paz”, assinalou.

Por sua parte, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu hoje a Israel que trate de “conter-se” em seus ataques a Gaza e que considere a população civil. “A minha mensagem é a mesma para israelenses e palestinos: parem de lutar e comecem a falar”, expressou em uma conferência de imprensa em Tel Aviv (Israel) junto com o primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu.

Indicou que as partes devem ir à raiz deste conflito, que já tem décadas, para evitar uma mesma situação dentro de seis meses ou um ano.

Segundo o porta-voz do Ministério de Saúde de Gaza, Ashraf Al Qedra, já são 609 os palestinos mortos e outros 3.720 feridos desde que começou a operação militar israelense. Indicou que dos mortos, dois terços são civis. Destes, 154 são crianças, 58 mulheres e 38 idosos.

Pelo lado israelense, morreram dois civis e 27 soldados, além de uns cem feridos.

Notícia-Post.
ACI Digital-(ACI/EWTN Noticias).
http://www.acidigital.com/noticias/o-que-esta-acontecendo-em-gaza-e-um-massacre-denuncia-patriarca-emerito-de-jerusalem-40482/#.U8-HGMYEfUc.blogger

Lusofonia: Bispos de oito países debatem a paz e o desenvolvimento

LuandaLuanda, Angola, 22 jul 2014 - D. Gabriel Mbilingue, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST), afirmou esta segunda-feira, em Luanda, que o encontro de Bispo Lusófonos vai ser uma ocasião para falar da paz e debater o desenvolvimento no país.

XI Encontro de Presidentes das Conferências Episcopais de Países de Língua Oficial Portuguesa decorre em Luanda, Angola, entre os dias 21 e 28 de julho, em torno do tema “O papel transformador do Evangelho na sociedade à luz da exortação apostólica ‘A alegria do Evangelho’”.

Para o presidente da CEAST, o “melhor” que os católicos angolanos têm para partilhar neste encontro com os bispos de outras igrejas lusófonas são 12 anos paz.

“Isso é para nós móvito de grande alegria. Quando há partilha e de coisas boas, nada melhor do que isso. O que temos a partilhar com eles é a paz um certo desenvolvimento que poderá e deverá ser orientado na linha do ensinamento da Igreja”, afirmou D. Gabriel Mbilingue em declarações à Rádio Vaticano.

O presidente da CEAST indica que a conferência aberta, que o programa deste encontro prevê para o dia 23 de julho, na Universidade Católica de Angola, vai ser uma ocasião para analisar o desenvolvimento em curso em Angola à luz da exortação apostólica do Papa Francisco.

“Temos no dia 23 de julho uma conferência aberta a toda a sociedade e a todos os irmãos e irmãs. Terá como tema o papel transformador do evangelho na sociedade à luz do último documento do Papa, a alegria do Evangelho”, precisou D. Gabriel Mbilingue.

XI Encontro de Presidentes das Conferências Episcopais de Países de Língua Oficial Portuguesa reúne representantes das Igrejas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Em declarações à Agência ECCLESIA, o secretário-geral do episcopado português, padre Manuel Barbosa, referiu que este encontro é uma oportunidade para os responsáveis católicos dos diferentes países debaterem “desafios pastorais comuns” e colocarem sobre a mesa as “respostas possíveis”.

De acordo com o padre Manuel Barbosa, em causa estará a missão da Igreja “junto dos mais pobres, junto do mundo económico e político” e também no exercício da “advocacia social”.

Durante o encontro, os bispos lusófonos vão desloca-se a Benguela, onde será celebrada uma eucaristia em homenagem aos 50 anos de ordenação sacerdotal do bispo emérito da diocese, D. Óscar Braga.

Na agenda está também programada uma missa na igreja da Sagrada Família, em Luanda, presidida por D. Manuel Clemente.
JCP/PR

Notícia-Post.
Agência Ecclesia-(Ecclesia) .
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/internacional/lusofonia-bispos-de-sete-paises-debatem-a-paz-e-o-desenvolvimento/